Ser acolhido quer dizer, em primeiro lugar, não se sentir mais um número, mas sentir-se compreendido, aceito, amado, sentir-se parte de uma família. A partir disso pode renascer a esperança. No Arsenal, cada um é acolhido com o próprio passado, com as próprias angústias, com os medos que muitas vezes são comuns aos de muitos outros.
O Arsenal propõe um método e algumas regras que, se aceitos, o ajudarão a crescer. Jovens e adultos encontram um lugar bem cuidado, limpo e acolhedor, elementos fundamentais para ajudar a descobrir uma dignidade talvez perdida, e encontrar também uma espiritualidade que nasce da oração e da ajuda concreta dos outros.
O Arsenal, vivendo realmente cada dia o próprio empenho de solidariedade e de esperança, semeia traços indeléveis em cada pessoa que acolhe: não um “gueto” feito para tirar as pessoas da rua, mas um espaço de integração entre os diversos níveis da sociedade.
A oração e o valor da “restituição” não são privilégios de poucos, mas uma oportunidade oferecida a todos de fazer o bem, “restituindo” algo de si: tempo, capacidades, idéias, bens espirituais... |
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