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O sonho de lutar contra a fome e as grandes injustiças no mundo – já tendo realizado milhares de projetos de desenvolvimento em mais de 70 Países – agora se completa dando ainda mais atenção à paz. O “Arsenal da Paz”, além de acolher os pobres da cidade de Turim, torna-se centro de referência para a preparação de inúmeras missões de paz (foto): Líbano, Somália, Iraque, Ruanda, Ex-Iugoslávia, Curdistão, Israel e Palestina... são terras onde o SERMIG se depara com algumas das maiores tragédias do nosso tempo: “acredito na paz, porque vi a guerra” (Ernesto Olivero, Sarajevo 1995).
Essa dimensão missionária e a amizade com Dom Luciano levam o SERMIG a cumprir outro passo decisivo na história da Fraternidade da Esperança: em 1996, pela primeira vez, três jovens consagrados deixam o Arsenal da Paz para dar vida, em São Paulo, ao Arsenal da Esperança.
O nome do grupo, “Serviço Missionário Jovens”, é agora repleto de sentido.
No mesmo ano, Ernesto, pede ao amigo Dom Luciano para escrever a Regra do SERMIG, que há muito tempo, por muitas vozes, vinha sendo pedida. Dom Luciano o escuta com atenção e prontamente lhe responde: “Êh não, a regra, o fundador tem que escrevê-la! O Senhor lhe deu o dom desse carisma”. Em São Paulo, no dia 6 agosto 1996 (Festa da Transfiguração do Senhor), Ernesto começa a traçar as primeiras linhas desta “regra não regra”
O SERMIG, em colaboração com a Agência de publicidade Armando Testa, cria a Bandeira da Paz, símbolo do SERMIG e dos Arsenais. Trata-se de uma síntese de todas as bandeiras do mundo que, juntas, acolhem, protegem e alimentam a palavra PAZ, símbolo do desejo de todos os povos de superar a fome e a guerra. A escrita PAZ em italiano (PACE) lembra o primeiro Arsenal de guerra transformado em Arsenal de paz, lugar onde essa Bandeira surgiu. |
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